Das coisas nascem coisas
Qual o seu negócio? Há alguns meses atrás, eu responderia certamente: propaganda. Responderia do verbo não respondo mais. Hoje, eu digo:
“O meu negócio é o negócio”.
Anotem isso!
Qual o seu negócio? Há alguns meses atrás, eu responderia certamente: propaganda. Responderia do verbo não respondo mais. Hoje, eu digo:
“O meu negócio é o negócio”.
Anotem isso!
Deixando de lado a discussão sobre a postura arrogante e de pseudo intelectual de Roberto Justus. Não levando em conta as opiniões de capachodeportadeagênciadebeiradeestrada de seus conselheiros. E sem contar os desabafos “aborrecentes” de muitos dos partcipantes do programa, fica a pergunta: o que se aprende com o Aprendiz?
Eis a conclusão a que cheguei:
* que estudar por 4 anos em uma faculdade de comunicação é um requisito ultrapassado, quando se fala em contratação, para o mercado brasileiro de comunicação - ah, se temos tantos engenheiros engraçadinhos, economistas criativistas e por aí vai, pra quê um comunicólogo?
* que, como diria o prêmio dos Marinho, nada substitui o talento. Quero dizer, o talento de se autopromover, quer seja depreciando o outro;
* que planejamento é uma palavra inexistente no dicionário profissional brasileiro;
* que promoção nada mais é do que chamar a atenção do cliente, sem necessidade de qualquer conexão com o produto, com o público-alvo ou mesmo, quero dizer, e ainda mais com a comunicação!!!
…
Enfim, pra terminar o momento desaprendendo com o Aprendiz, fica a pergunta que não quer calar: de onde saíram esses candidatos tão criativosos, hein, querido Justus?